sábado, 14 de setembro de 2013

135 - DE SESMARIAS DO CAPITÃO JACINTO JAQUES NICOS À TUBARÃO


135 - DE SESMARIAS DO CAPITÃO JACINTO JAQUES NICOS À TUBARÃO



           Tubarão, terra com o Rio com o mesmo nome já era conhecido desde o século XVIII, foi Sesmaria do Capitão Jacinto Jaques Nicos da Desterro. Em 1816 o negociante João Teixeira Nunes estabelecido em Santo Antônio dos Anjos da Laguna adquiriu estas terras, e para lá mudou-se com sua família por motivos pessoais. A localidade de Madre, Passo do Gado e Congonhas já possuíam habitantes, até mesmo as terras do negociante João Teixeira Nunes, onde intrusos haviam construído suas moradias.

Presidente Dr Manoel do Nascimento Fonseca Galvão

          No ano de 1829 João Teixeira Nunes doou uma área para que uma Capela em honra a Nossa Senhora da Piedade pudesse ser edificada, e pela Lei nº 32 datada de 27 de maio de 1836 foi criada a Freguesia de Tubarão.

Presidente Dr Manoel do Nascimento Fonseca Galvão

          No ano de 1870 foi Tubarão foi elevado à Vila devido ao seu crescimento dado à fertilidade de suas terras, neste período foi desmembrado de Santo Antônio dos Anjos da Laguna, tendo a colonização de seu vale de pessoas oriundas de Imaruí, Imbituba, LagunaCriciúma e proximidades, deste modo inicia uma época de progresso, culminando 20 anos depois a elevação de sua sede à categoria de Cidade de Tubarão pelo Decreto nº 333 datado de 07 de Novembro de 1890. Do Município de Tubarão foi desmembrado Araranguá dentre outros.


Presidente Dr Manoel do Nascimento Fonseca Galvão

           A Província de Santa Catarina teve um Novo Presidente no ano de 1870, tomou posse o Dr André Cordeiro de Araújo Lima, permanecendo no cargo de janeiro à abril daquele ano.


 Presidente Dr André Cordeiro de Araújo Lima

           Quando o Presidente Dr André Cordeiro de Araújo Lima assumiu seu cargo, o Vice Presidente Dr Manoel do Nascimento Fonseca Galvão não lhe deu boas informações, em seu relatório a respeito do Colégio do Santíssimo Salvador, lhe alertava que não cumpria com os objetivos para o qual foi criado. Por toda a Província de Santa Catarina haviam campanhas contra a ação dos Padres Jesuítas. Dado o ocorrido o Presidente se viu obrigado a nomear uma Comissão para investigar o que realmente estava ocorrendo, para que produzissem um Dossiê, por isso o Reitor não sujeitou-se a certas exigências, levando o Presidente a suspender o auxílio monetário a esta Instituição, rescindindo o contrato, fechando o Colégio do Santíssimo Salvador aos 21 dias do mês de março do ano de 1870.


 Presidente Dr André Cordeiro de Araújo Lima

           No mês de abril foi restabelecida a Comarca de Laguna e o Presidente Dr André Cordeiro de Araújo Lima entregou a presidência ao 2º Vice Presidente Fonseca Galvão, que passou de imediato ao 1º Vice Presidente Dr Manoel Vieira Tosta, o qual em maio deixou o cargo, repassando para seu sucessor, o Presidente Dr Francisco Ferreira Corrêa.


 Presidente Dr André Cordeiro de Araújo Lima

Autorizo a reprodução do acervo fotográfico com a citação do autor e fonte. Modelo Simple. Tecnologia do Blogger.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

134- DE UM PONTO DE TROPEIROS À CURITIBANOS


134 - DE UM PONTO DE TROPEIROS À CURITIBANOS



           Um ponto de tropeiros no Planalto deu origem à Curitibanos, no caminho de Lages para Sorocaba, neste local, 02 irmãos naturais de Curitiba ali se instalaram, então o local passou a ser chamado de Ponto dos Irmão Curitibanos. No ano de 1864 foi Distrito de Lages, em 1869 foi Vila e Município e no ano de 185 foi elevado a Cabeça de Comarca.

Curitibanos

          Do Município de Curitibanos originaram-se outros como Campos Novos, Canoinhas, além de partes de seu território que vieram a integrar municípios desmembrados de outras unidades da Província de Santa Catarina.

Curitibanos

           Na segunda metade do século XX algumas localidades oriundas do processo natural de expansão e desenvolvimento tornaram-se autônomas, destacando-se no ano de 1858 Santa Cecília e Leblon Régis por meio das Leis nº 348 e nº 380 de 21 de Junho e 19 de dezembro de 1858. Fraiburgo com uma parcela do território de Videira pela Lei nº  797 de de 20 de dezembro do mesmo ano, e Ponte Alta pela Lei nº 931 de 22 de Junho de 1964.


Curitibanos

Autorizo a reprodução do acervo fotográfico com a citação do autor e fonte. Modelo Simple. Tecnologia do Blogger.


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

133 - A ADMINISTRAÇÃO DA PROVÍNCIA DE SANTA CATARINA NA ORDEM DO SÉCULO XIX


133 - A ADMINISTRAÇÃO DA PROVÍNCIA DE SANTA CATARINA NA ORDEM DO SÉCULO XIX





          No período da Guerra do Paraguay o Presidente Alexandre José Rodrigues Chaves foi substituído pelo Dr Adolfo de Barros Cavalcanti de Albuquerque, o qual recebeu o governo em agosto de 1865, diretamente do Vice Presidente José de Oliveira, a quem havia transmitido o cargo em abril do mesmo ano.

Presidente Alexandre José Rodrigues Chaves

          O Presidente Alexandre José Rodrigues Chaves antes de deixar o governo inaugurou os cursos do Colégio do Santíssimo Salvador, o qual era administrado por padres jesuítas, o qual veio a substituir o Liceu Provincial o qual havia sido fechado em 1865.

Presidente Alexandre José Rodrigues Chaves

           O marco inicial da construção do Colégio do Santíssimo Salvador foi durante a gestão do Governo do Presidente Pero Leitão da Cunha, Foi em abril do ano de 1864 que o Vice Presidente José Francisco de Oliveira assinou um contrato com o Padre Jaques Razzini, um dia após a assembleia legislativa ter assinado a Lei nº  540 a qual o autorizava.

Presidente Pero Leitão da Cunha

            A velha Chácara do Liceu seria então entregue aos  padres jesuítas juntamente com uma subvenção de 30 contos de réis, em 10 anos, e um auxílio inicial de 4 contos. No Colégio do Santíssimo Salvador haveria internato e externato, cabendo aos padres a direção do ensino no educandário, os alunos usariam um uniforme diário composto de colete sobre camisa preta, gravata branca, chapéu de copa alta e botina de couro negro. Estes deveriam passar suas férias no Colégio. seriam ministradas metodicamente as cadeiras de Francês, Inglês, Grego e Língua nacional, Religião, Filosofia, Lógica, Matemática, Química, astronomia, Música, Desenho e Ginástica. Na época antigos professores do Liceu criticavam abertamente sua organização e programa, e nas críticas anunciavam a abertura do Liceu.


Presidente Pero Leitão da Cunha

          Aos 03 de fevereiro de 1865 o Colégio do Santíssimo Salvador abriu suas portas ao ensino na Província de Santa Catarina, embora recebido com hostilidade por muitos cidadãos influentes.


Presidente Pero Leitão da Cunha

          Durante o governo do Presidente Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque, o qual durou até outubro de 1867, foram dados passos importantes que vieram a trazer novos ares à Velha Província, citamos a ligação telegráfica elétrica, o Município Dona Francisca foi elevado com o nome Joinville, o qual foi desmembrado de São Francisco do Sul em março de 1866, sendo nesta época restaurada a Comarca de Lages. Também neste mesmo ano, em novembro foi inaugurada a Alfandega da Capital situada na Praça, onde antes funcionava o Hotel la Porta, o qual explodiu às 06 horas da manhã com grande incêndio, morrendo muitas pessoas e causando grande prejuízo. Também naquele momento foi o governo contratou uma Linha de Navegação entre a Corte do Rio de Janeiro e a Capital Desterro, com escala em muitos portos do litoral.


Presidente Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque

          No ano de 1865 o Presidente da Província de Santa Catarina anunciava o início das aulas no Colégio do Santíssimo Salvador com 53 alunos, e ao encerrar o ano letivo contava com 59 alunos.


Presidente Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque

          Os filhos dos moradores da Província de Santa Catarina frequentavam o Colégio do Santíssimo Salvador, muitos tornaram-se ilustres após passarem por seus bancos. em relação aos antigos professores concursados do Liceu, 67 anunciavam a inscrição de alunos para o ano letivo, no entanto nunca abriram as aulas. O Governo da Província viu-se obrigado a distribuir comissões a todos.


Presidente Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque

           Do ano de 1867 ao ano de 1869 a Província de Santa Catarina esteve 04 vezes nas mãos do Vice Presidente Francisco José de Oliveira, 02 nas mãos do Presidente João Francisco de Souza Coutinho e Carlos Cerqueira Pinto, uma vez cada, na ocasião o ocorrido deu-se por haver retirado-se o Presidente Dr. Adolfo de Barros para assumir a cadeira de Deputado pela Província de AlagoasEm 1868 foi criada a Alfândega de São Francisco do Sul, também ocorreu a Divisão Judiciária da Província. 


Presidente João Francisco de Souza Coutinho

         No ano de 1868 a Comarca de laguna foi extinta por Lei Provincial, a qual o Presidente Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque negou-se a sancionar, porém seu voto foi rejeitado no ano de 1867, ocorrendo no mês de abril sua aprovação com a publicação da Lei pelo Presidente da Assembleia, passando assim no ano de 1869 passando a Termo da comarca de Lages, ainda neste mesmo ano foi criada a Comarca de Itajaí, desmembrada da Comarca de São Francisco do Sul. 


Presidente Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque

           O Presidente Dr. Carlos Augusto Ferraz de Abreu no ano de 1869 assumiu a presidência da Província de Santa Catarina, permanecendo por apenas 07 meses, entregando-o ao Vice Presidente Coronel Joaquim Xavier Neves e ao Dr. Manoel Nascimento da Fonseca GalvãoÉ deste ano a criação do município de Curitibanos, separado de Lages

Autorizo a reprodução do acervo fotográfico com a citação do autor e fonte. Modelo Simple. Tecnologia do Blogger.


domingo, 1 de setembro de 2013

132 - PRISIONEIROS E FERIDOS DE GUERRA


132 - PRISIONEIROS E FERIDOS DE GUERRA






         Nossa História possui fatos inusitados, um destes, o qual poucos tem conhecimento é de que o General José Félix Estigarribia permaneceu por pouco tempo na Desterro, Capital da Província de Santa Catarina como prisioneiro da Guerra do Paraguay, com ele outros companheiros os quais renderam-se após a invasão do Rio grande do Sul, em Uruguaiana.

General José Félix Estigarribia

          Por sua alta patente e por ser respeitado pelos brasileiros o General José Félix Estigarribia foi hospedado no Hotel do Vapor, o mais importante da Capital Desterro.


General José Félix Estigarribia

          Neta época também estiveram como presos da Guerra outros oficiais e soldados paraguaios, evacuados do campo de luta.


General José Félix Estigarribia

          Na época a Imprensa Catarinense notificava que o comportamento destes prisioneiros era bastante amistoso, embora algumas vezes causavam rixas e conflitos, que necessitavam de intervenção das autoridades locais. Na época, de acordo com a Imprensa da época foram alojados próximos ao Forte de Sant'Ana, Arataca. 01 Tenente, 01 Sargento e 06 Praças, os quais foram feridos nos combates foram trazidos para cá e tratados, porém faleceram e foram sepultados no Cemitério Público da Desterro.


Forte de Sant'AnaArataca

           O Navio Anicota, o qual fora transformado em Navio Hospital Flutuante Anicota, e outros transportes menores desembarcaram grande número de feridos da Guerra do Paraguay, os quais aqui receberam tratamento pois no sul nada se poderia fazer. Mais de 200 homens de muitas Províncias do Império do Brasil faleceram na Província de Santa Catarina, os quais também foram sepultados no Cemitério Público da Desterro.


General José Félix Estigarribia

          Remanescentes do 25º Batalhão de Voluntários da Pátria regressaram à sua Província Natal assim que a Guerra do Paraguay acabara, aportando na Capital Desterro aos 13 dias do mês de Maio do ano de 1870, desembarcando nas terras da Desterro no dia seguinte, sendo recebidos como heróis pela população local.


General José Félix Estigarribia

          Os mortos da Guerra do Paraguay foi erigido na Praça da Capital um Monumento com lápides contendo o nome de muitos bravos guerreiros catarinenses, os quais deixaram na Guerra suas vidas. Muitas ruas da Capital receberam seus nomes para sincera homenagem, e com o tempo suas bravuras foram apagadas e substituídos por outros vultos que foram construindo a História Catarinense.

Autorizo a reprodução do acervo fotográfico com a citação do autor e fonte. Modelo Simple. Tecnologia do Blogger.

131 - A PROVÍNCIA DE SANTA CATARINA E A GUERRA DO PARAGUAY


131- A PROVÍNCIA DE SANTA CATARINA E A GUERRA DO PARAGUAY






          Os catarinenses que possuíam carreira militar, nascidos na Província de Santa Catarina, participaram da Campanha na Guerra do Paraguay, e nesta destacaram-se, houveram até civis que alistaram-se voluntariamente para defenderem a Pátria.

 Presidente Alexandre José Rodrigues da Silva Chaves

           O primeiro grupo de voluntários foi organizado no dia 08 de janeiro de 1865 pelo Capitão dos Portos da Província de Santa Catarina, Enéias Barros Torrão, era formado por embarcadiços, matriculados em sua repartição, destinando-se a abastecer os navios de guerra.

 Presidente Alexandre José Rodrigues da Silva Chaves

           No dia 20 de janeiro de 1865 foi feito um Juramento à Bandeira  por um grupo de Voluntários da Pátria perante o Presidente Alexandre José Rodrigues da Silva Chaves. Nesta solenidade Fernando Gomes Caldeira de Andrade, um dos alistados, recebeu das mãos do Presidente uma Bandeira Nacional.

 Presidente Alexandre José Rodrigues da Silva Chaves

           Enquanto novos voluntários chegavam de todas as partes da Província de Santa Catarina, as operações iniciavam-se. As manifestações cívicas sucediam-se por oradores nas tribunas por toda a Província, destacando-se Oliveira Paiva.


Tenente José Ignácio da Silva Pinto Barão de São José Medium

          Algumas mulheres da Província de Santa Catarina reuniram-se e bordaram em seda e ouro a rica bandeira que viria a cobrir o Batalhão de seus filhos, irmãos e companheiros. Eram 686 voluntários, haviam junto a estes jovens oriundos do Paraná, no dia 21 de abril foi recebida a oficialidade, seu número era 25º. No mês de julho sob o comando do Coronel Bernardino de Vasconcelos Coimbra, embarcou para o Paraguay. Mal havia chegado foi logo dissolvido para que os jovens da Província de Santa Catarina pudessem complementar o efetivo do 31º Batalhão da Polícia do Rio.


Tenente José Ignácio da Silva Pinto Barão de São José Medium

          Os jovens catarinenses partiram honrando as tradições da Província de Santa Catarina, dando a seus pais, amigos e esposas muito orgulho. A maioria dos jovens não retornou a Província natal, ficando nos campos paraguaios. sua bandeira retornou, a qual muitos jovens bravos tombaram, esta hoje encontra-se na Prefeitura Municipal de Florianópolis, esta participou por muitos anos de solenidades cívicas, levada sempre por um honrado veterano da Guerra.


Presidente da Província Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque Lacerda

           Em março de 1865 300 praças do Batalhão do Depósito com 200 soldados da Guarda Nacional, quase todos da Província de Santa Catarina, já haviam precedido o Batalhão da Juventude de Santa Catarina. O Presidente da Província Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque Lacerda em 1866 fez forte apelo, iniciando assim a formação do Corpo de Voluntários. Sua organização foi muito rápida, passou a acudir todos os Municípios, este Batalhão foi incorporado ao 9º Batalhão.


Presidente da Província Adolpho de Barros Cavalcanti de Albuquerque Lacerda

           De Brusque acudiram 02 contingentes de jovens iniciantes, um de 24 jovens, sendo 01 negro brasileiro sob o Comando do Tenente Guido Arthur Hartmann Von de Seckendorf, o segundo de 08 jovens que haviam incorporado-se aos voluntários de Blumenau, os quais eram comandados pelo Tenente Emílio Odebrecht.


Tenente José Ignácio da Silva Pinto Barão de São José Medium

           Aos 26 de outubro em Joinville era o 1º dia de alistamento, apresentavam-se 23 voluntários tendo embarcado rumo a Capital no dia 29, sob o Comando do Alferes Wilhelm Hoffmann.


Tenente Álvaro de Carvalho

           Tais jovens de origem germânica deveriam ser incluídos como uma Companhia do 25º Batalhão de Voluntários, os quais seriam Comandados pelo Capitão Vitor Von Gilsa; entretanto o 25º Batalhão já havia partido, sendo incluído ao 9º Batalhão da 9º Brigada de Infantaria, com um total de 87 voluntários.

Tenente Álvaro de Carvalho

          Em novembro este novo contingente partiria sob o Comando do Coronel Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Bello.


Tenente Álvaro de Carvalho

           A Participação da população catarinense na Guerra do Paraguay. Província pequena, com uma pequena população, seus jovens colaboraram com sua Pátria, eram mais de 1000 homens. Os Oficiais Catarinenses participaram da Guerra com destaque, como o Marechal Guilherme Xavier de Sousa, natural da Desterro, o qual substituiu Caxias, licenciado no Comando do Exército Brasileiro em operações no ano de 1869, ocupando a Presidência do Rio Grande do Sul, atingindo o Posto de Ministro do supremo Tribunal Militar; também destacaram-se os Coronéis Jacinto Machado Bittencourt, o qual faleceu em Assunción na Guerra do Paraguay como Brigadeiro substituindo o Brigadeiro Antônio sampaio, após este ter sido ferido na Batalha de Tuiuti, no comando da 3ª Divisão, veio a falecer de hepatite a qual havia contraído nos campos de batalha e Fernando Machado o qual faleceu no Combate de Itororó, ambos naturais da Desterro; o Coronel Manoel José Machado da Costa Júnior, nascido em Laguna, companheiro de Jerônimo Coelho na Demarcação das Terras da Colônia D. francisca, veio a morrer no Hospital de Corrientes; os Majores Carlos Resin Filho, o qual logrou a Patente de Marechal de Campo e João de Souza Fagundes, que veio a perder um braço em combate, tornou-se Comandante do 25º Batalhão de Voluntários da Pátria, ambos nascidos em Desterro; o Major Manoel de Almeida Gama Lobo Coelho D'Eça, o qual tornou-se Marechal, Barão de Batovi. Este foi fuzilado durante a Revolução de 1894, também nascido em Desterro;os Capitães Júlio Anacleto Falcão da Frota, nascido em São Miguel, tornou-se Marechal; Pedro Soares dos Voluntários, veio a morrer em Campanha; José Franco Coelho, o qual era filho de Jerônimo Coelho; os Tenentes Nicolau Falcão da Frota tornou-se General, Antônio Pedro da Silva foi promovido a Capitão durante a Guerra; os Alferes João Pedro Xavier da Câmara, natural de São José, tornou-se Marechal e Luiz Reis Falcão, também galgou o posto de Marechal, todos honraram com bravura a Província de Santa Catarina.

Tenente Álvaro de Carvalho

           Na Marinha podemos destacar o Tenente José Ignácio da Silva Pinto Barão de São José Medium, o qual faleceu no Paraguay e o Tenente Álvaro de Carvalho, Marquês de Guimarães,  João Justino Provença bem como outros que vieram a honrar suas fardas com honra e bravura.         
   Autorizo a reprodução do acervo fotográfico com a citação do autor e fonte. Modelo Simple. Tecnologia do Blogger.