domingo, 29 de julho de 2012

1- GOVERNANTES DE SANTA CATARINA DO PERÍODO COLONIAL


1 - JOSÉ DA SILVA PAES - 1739



2 - PATRÍCIO MANUEL DE FIGUEIREDO - 1743



3 - PEDRO DE AZANBUJA FIGUEIREDO - 1744



4 - JOSÉ DA SILVA PAES - 1746



5 - MANUEL ESCUDEIRO FERREIRA DE SOUZA - 1749



6 JOSÉ DE MELLO MANOEL - 1753



7 - FRANCISCO ANTÔNIO CARDOSO DE MENEZES E SOUZA - 1765



8 - FRANCISCO DE SOUZA DE MENEZES - 1765



9 - PEDRO ANTONIO DA GAMA FREITAS - 1775



10 -PEDRO DE CABALLOS 1776 - 1777



11 - FRANCISCO ANTONIO DA VEIGA CABRAL DA CAMARA - 1778



12 - FRANCISCO DE BARROS MORAIS ARAUJO TEIXEIRA OMEM - 1779



13 - JOSE PEREIRA PINTO - 1786



14 - MANOEL SOARES DE COIMBRA - 1791



15 - JOÃO ALBERTO MRANDA RIBEIRO - 1793



16 - JOSÉ DA GAMA LOBO COELHO D'EÇA - 1800



17 - ALMEID MARIA CAETANO - 1800



18 - JOSE PEREIRA DA CUNHA - 1800



19 - JOAQUIM XAVIER CURADO - 1800



20 - LUIZ MAURÍCIO DA SILVEIRA - 1805


21 - JOÃO VIEIRA TOVAR E ALBUQUERQUE - 1817



                           22 - TOMAZ JOAQUIM PERIRA VALENTE - 1821


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Professor Dr. Rudney Marinho de Souza
Aula 1 - Conscientização

Em filmes futuristas podemos imaginar como será o futuro da Terra nas próximas décadas, isso após todas as agressões sofridas   pela industrialização e consequentemente pelo consumo desenfreado causado pelas sociedades capitalistas. Atualmente catástrofes naturais, deslizamento de terra,  mudanças climáticas bruscas, tsunamis, guerras, miséria, epidemias, dentre outros. Infelizmente tudo o que vem ocorrendo é apenas um começo, se nosso estilo de vida não mudar as futuras gerações terão grandes problemas.



O rápido aumento da população mundial faz com que o consumo também aumente, assim colocamos em risco nossos recursos naturais. Nossas indústrias ainda estão baseadas em um modelo de desenvolvimento ultrapassado, utilizamos energia a base de combustível fóssil, o que emite gases poluentes, contribuindo para o efeito estufa colocando a vida na Terra em risco de extinção.

Como utilizaremos o desenvolvimento sustentável para frearmos as agressões contra nosso Planeta?




§  CONSUMO – Necessitamos repensar nosso estilo de vida, o consumo exagerado leva ao esgotamento de nossos recursos naturais, o que leva ao aumento do lixo. A Terra não pode sustentar o estilo de vida do século XXI. É necessário mudarmos nosso estilo de vida, comprarmos apenas o necessário, utilizarmos bicicletas, utilizarmos sacolas recicláveis, evitarmos o lixo não reciclável.




§  NOVAS FONTES DE ENERGIA – Nos próximos 50 anos nossas reservas de petróleo estarão esgotadas, a queima do petróleo e derivados gera gases poluentes, é necessário investirmos em energias alternativas. O petróleo deve ser substituído urgentemente pelo petróleo, nossa arquitetura deve repensar as antigas claraboias.




§  O AQUECIMENTO GLOBAL – Um dos problemas atuais mais preocupantes é o aquecimento global, fruto do crescente acúmulo de CO2 (Gás Carbônico) a atmosfera. Proveniente da descarga de veículos, chaminés de indústrias, forma uma imensa capa ao redor do Planeta retendo calor (Efeito Estufa), elevando a temperatura, comprometendo o equilíbrio ecológico natural, provocando como consequência o derretimento das calotas polares,aumentando o nível dos oceanos, alterando as massas de ar e umidade natural, elevando drasticamente o risco de tsunamis, furacões, enchentes ondas de calor e desertificação por todo o globo terrestre. É necessário que a sociedade se conscientize em deixar o automóvel em casa duas ou três vezes por semana, utilizarmos ônibus, bicicletas, e até mesmo a carona.




§  DESMATAMENTO E DEVASTAÇÃO DE FLORESTAS NATURAIS – As florestas naturais agem como purificadores naturais do ar, atualmente a queima das florestas e o aumento de calor faz com que as florestas tornen-se produtoras de CO2e (Gás Carbônico Equivalente). Necessitamos de políticas públicas que venham repensar a proteção das florestas naturais, permitirmos apenas indústrias que utilizem o desenvolvimento sustentável, colocarmos em prática as medidas inseridas na agenda XXI.




§  QUANTO A BIODIVERSIDADE – Estamos ameaçando a vida de animais em seu habitat natural, ora pela caça predatória, ora pela especulação imobiliária. O patrimônio científico valioso se perde com cada espécie extinta, pois por intermédio destas poderíamos desenvolver diversas vacinas e remédios para uma gama variada de doenças que exterminas vidas humanas.




§  ÓLEO DE COZINHA – Temos que desenvolver campanhas de coleta do óleo de cozinha, assim nós estaremos protegendo o solo e os mananciais de água potável. Com o óleo podemos produzir o biocombustível bem como o sabão em barra e o sabão líquido.

sábado, 9 de junho de 2012


HISTÓRIA, MITO E AFRICANIDADE



FUNDAMENTOS METODOLÓGICOS DO ENSINO DE HISTÓRIA
TURMAS – 4º MAGISTÉRIO 02 E 03
PROFESSOR DR. RUDNEY MARINHO DE SOUZA
TEMA DO PROJETO -  HISTÓRIA, MITO E AFRICANIDADE
                                                                                
OBJETIVO:
POR MEIO DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA OS ALUNOS DO 4º MAG 02 E 4º MAG 03 DO CURSO DE MAGISTÉRIO DA EEB PROFESSOR HELEODOROBORGES APRENDERÃO DUAS TÉCNICAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, PRIMEIRO POR MEIO DE CARTAZES, ESCREVENDO O CONTO, DEPOIS SEU INVERSO, RECEBEDO O CONTO E EM SEGUIDA CONFECCIONAM OS DEVIDOS CARTAZES.
TEMÁTICA:

HISTÓRIA, MITO E AFRICANIDADE  - A MITOLOGIA YORUBA NO APRESENTA O DEUS SUPREMO, OLORUN, O QUAL TAMBÉM É CONHECIDO POR OLODUMARE. ESTE NÃO ACEITA OFERENDAS, PORS ACREDITAR QUE TUDO O QUE EXISTE E PODE SER OFERTADO JÁ LHE PERTENCE, ESTA, NA QUALIDADE DE CRIADOR DE TUDO O QUE EXISTE NO UNIVERSO E EM TODOS OS NOVE ESPAÇOS DO ORUN.

OLORUM É O CRIADOR DO MUNDO, AS ÁGUASDOS RIOS, OCEANOS E MARES, AS TERRAS DOS MONTES, VALES, PLANALTOS E PLANÍCIES, TODOS OS SERES DAS ÁGUAS E DO SEIO DAS TERRAS. CRIOU ELE TAMBÉM AS PLANTAS E ANIMAIS DE TODAS AS ESPÉCIES E CORES E SEUS TAMANHOS. ATÉ QUE EM CERTO MOMENTO ORDENOU A OXALÁ CRIASSE UM SER DIFERENTE, O HOMEM.





OXALÁ VEIO A CRIAR O HOMEM A PARTIR DO FERRO E POSTERIORMENTE DA MADEIRA, MAS AMBOS ERAM MATERIAIS MUITO RÍGIDOS. OPTOU CRÁ-LO A PARTIR DA PEDRA, PORÉM ESTE ELEMENTO ERA MUITO FRIO. ASSIM, TENTOU A ÁGUA, MAS O SER NÃO TOMAVA FORMA DEFINIDA. UTILIZOU-SE DO FOGO, MAS SUA CRIATURA SE CONSUMIU NO PRÓPRIO FOGO. FEZ UM SER DE AR QUE DEPOIS DE PRONTO RETORNOU AO QUE ERA O ELEMENTO, APENAS AR. TENTOU MAIS UMA VEZ, O AZEITE E O VINHO, PORÉM SEM ÊXITO.
MOSTROU-SE BASTANTE TRISTE PELAS SUAS TENTATIVAS INFECUNDAS, OXALÁ SENTOU-SE À BEIRA DO RIO, DE ONDE NANàEMERGIU INDAGANDO-O SOBRE A SUA PREOCUPAÇÃO. OXALÁ LHE FALA A RESPEITO DE SEUS INSUCESSOS. NANàMERGULHA E RETORNA DA PROFUNDEZA DO RIO E LHE ENTREGA LAMA. MERGULHA MAIS UMA VEZ E LHE TRAZ MAIS LAMA. OXALÁ, ENTÃO, CRIA O HOMEM E PERCEBE QUE ELE É FLEXÍVEL, CAPAZ DE MOVER OS OLHOS, OS BRAÇOS, AS PERNAS E, ENTÃO, SOPRA-LHE A VIDA.



domingo, 5 de fevereiro de 2012

EDUCAÇÃO DO CAMPO


Prof. Dr. Rudney Marinho de Souza ( História e Geografia) - Nilce ( História)
1.       Tema

Educação do Campo

2.       Certezas

·         O campo historicamente esteve desvinculado dos processos de legislação que tratam da educação, hoje há um processo oriundo de reivindicações populares;
·         Por ser o Brasil um país de colonização de exploração, por isso não houve preocupação com a escolarização de escravos e outros;
·         Na ditadura Militar o campo também ficou alheio ao processo.

3.       Dúvidas
·         A legislação vinculada à educação criou normas para a educação diferenciada ao campo, preservando seus valores?
·         A educação vigente garante ao homem do campo uma universidade voltada aos seus valores, objetivos e necessidades?
·         A escola hoje trabalha com um ensino voltado a agricultura familiar e a valorização da cultura local?
4.       Justificativa
O modelo pedagógico urbano adotado no ensino rural trouxe a ideia distorcida de que a educação no campo é uma ideia para se chegar à cidade. 
5.       Metodologia
Pesquisas bibliográficas e on-line, criação de gráficos e tabelas, produção textual,
6.       Desenvolvimento

Educação do Campo
O modelo pedagógico urbano adotado no ensino rural trouxe a ideia distorcida de que a educação no campo é uma ideia para se chegar à cidade. 
A História da educação no Brasil se inicia em 1934 com a primeira Inclusão Legislação. Os processos educativos foram tardios pois o Brasil caracterizou-se por um processo de exploração. Segundo Marx o capitalismo sobreviveu com a exploração da América Latina.
A princípio o pau-brasil, não havia necessidade de mão de obra especializada, apenas explorar o indígena e subsequente o escravo africano, processo que se alastra por 400 anos, até que em 1934 surge algo que vem reivindicar medidas para a população rural, era a um movimento internacional, a Escola Nova, que apesar da linha tradicional possuía pontos progressistas, vem a reivindicar junto a Constituição Brasileira 20% dos recursos para a Educação do Campo. Em 1937, vem a ser criada uma educação profissionalizante agrícola para o meio rural, devido ao momento histórico ser outro, não mais um momento de exploração, porém um período de República num país de características rurais. E com isso a educação urbana também vem a ser desenvolvida para o meio urbano industrial. Havia nessa época um certo preconceito com a educação rural.
Em 1967 a legislação inclui u certo compromisso das empresas agrícolas instaladas no campo, que ao servirem-se da mão de obra rural deveriam oferecer um ensino técnico. Salto evolutivo que se dá com a criação do SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, que possuía o mesmo papel do SENAI. Na mesma época cada Estado institui o favorecimento do ensino rural para implementar a reforma agrária. Propostas feitas por uma elite e impostas no campo via do alto. Um discurso produzido na Lei, que muitas vezes não era posto em pratica em sua totalidade de direitos.
Em 1996 com a LDB ocorrem mudanças, ocorre a autonomia da educação do campo. O significado da educação do meio rural ainda vem a refletir a respeito de um local sem possibilidades, é um local de transição para a cidade. A elite sempre preocupou-se com a educação de seus filho, nos centros urbanos, apenas retornavam para as fazendas nas férias escolares. A escola rural nunca teve recursos, hoje lhe cabe apenas as sobras do meio urbano.
Os espaços considerados rural abrangem em sua totalidade o setor primário. Pdemos dizer que ainda existe exclusão e precariedade dentro do meio rural, por exemplo os Quilombos e os grupos indígenas.
O grande passo implementado pelas Diretrizes de 1996, traz à escola do campo um currículo de base comum para manter a equivalência entre o ensino rural e urbano. Ela passa a incluir temas contextualizados ligados a cultura, ao desenvolvimento sustentável, uma nova modalidade de atuação, o qual ainda está no papel, embora criado pela classe dirigente este veio a sanar certas necessidade locais. Provocaram mudanças dentro do ensino, pois já haviam movimentos no campo que reivindicam tais direitos.
Na medida em que a agricultura vem crescendo, o país necessita da modernização. E para tanto os trabalhadores precisam demonstrar habilidade para operar máquinas com nível tecnológico avançado. A revolução verde contribuiu para uma nova demanda, uns passariam a trabalhar em salas com ar condicionado, que no campo era algo inusitado e jamais pensado. Nesta época havia um imaginário de que a agricultura familiar desapareceria, e nela não havia sido feito nenhum investimento, e ela continuou até hoje se organizando, com a Pedagogia da Alternância, Pastoral da Terra e outros. Assim pensamos com a valorização da cultura local, que educação nós queremos para o campo? Profissionalizar o agricultor?, Extensão rural para a dominação específica de sua cultura tradicional?
Existe um grande interesse, uma necessidade de inclusão nas políticas de desenvolvimento, no entanto tais políticas apenas visavam os circuitos de produção. As políticas atingem uma população privilegiada, as grandes empresas, e o pequeno produtor tem necessidade de modenizar-se com auto sustentabilidade, com organização social de modo cooperativado, melhoria alimentar, num processo de educação rural consciente sem que destruam os elementos tradicionais destas sociedades.
A formação dos professores ocorrem nos meios urbanos. Ainda possui requícios que não vão ao encontro dos valores culturais, das necessidades produtivas e outros elementos culturais regionais. Assim é necessário que se promovam políticas de formação aos professores que vão atuar nos campos. Em 1996 algumas propostas vieram a concretizar projetos, mas ainda não há para todo o país, falta uma política bem definida, ainda a educação possui características urbanas, fora da realidade social urbana. A Pedagogia da Alternância, exatamente é um reconhecimento do fracasso, pois a educação atual é alienadora. A Pedagogia da alternância surgiu na Europa, pois o aluno saia do campo para a cidade, e não retornava pois seus valores eram outros. Assim ocorreu uma nova ideia, preparar para o campo. No Brasil temos Escolas de Famílias Agrícolas e escolas de Famílias rurais em torno de 200 escolas, mas a nível particular, não há iniciativas ainda do Estado. Esse modelo o aluno passa um período na escola e outro na família, continuando seus estudos cooperando com a agricultura familiar.
O espaço da educação no meio urbano restringe-se aos muros, e na educação rural há uma participação maior da comunidade, é a escola que muda o meio. Esse proposta contribui, por meio de movimentos de agricultores familiares, na busca de meios que venham a contribuir com uma educação do campo para o campo, visando o desenvolvimento social para o local, não se trata de uma proposta educacional não com um fim em si. Uma busca de não ser apenas uma educação, mas valorizar e qualificar o trabalhador do campo.
A relação das Universidade com a Educação do Campo começou a dar-se em 1996 em Luiziana, o 1º ENERA – Encontro de Educação e Reforma agrária, o qual veio reivindicar a participação das Universidades. Criaram o PRONERA – Programa Nacional de Educação para a reforma Agrária.
De outro lado, convém evidenciar que estamos falando do mesmo contexto de amplas lutas do “Movimento Docente” no Brasil em torno da questão da  educação pública, gratuita, de qualidade e para todos.  Se o campo não pontua aí como “questão de destaque”, de toda maneira, está entre o “todos”. A própria Lei 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB), para o bem e para o mal, é resultante desse processo de luta que culminou em 1996. Assim, no bojo desse movimento mais amplo pela educação pública criam-se condições favoráveis à renovação do conceito de Educação Rural. Na LDB, se estabelecem obrigações ao Estado, bem como definição de responsabilidades dos demais sujeitos históricos como a família e a sociedade no que diz respeito à educação, que valem também para o campo. O estatuto da educação obrigatória, por exemplo, que já estava consignado  na Constituição de 1988, firmada como direito público subjetivo, gera conseqüências  quantitativas positivas para o campo. Igualmente, abre-se espaço para propostas de educação escolar de qualidade alternativa à conhecida Educação Rural, ou seja, a  LDB  “reconhece a diversidade sociocultural e o direito à igualdade e à diferença” (Parecer nº 36/2001, CEB/CNE).
Assim surge a possibilidade de iniciarem políticas públicas que viriam a oferecer alfabetização, pedagogia aos assentados do meio rural, inclusão das universidades nessa inclusão, o qual não partiu das universidades, mas os próprios movimentos sociais rurais que conquistaram.





7.       Considerações Finais
Sugestões:
Concepção de Escola:

·         Conhecer as experiências que estão em andamento
·         Viabilizar a implementação da Pedagogia da Alternância nas escolas do campo
·         Desenvolver processos educativos para além da escola em que os educadores se envolvam com a realidade no campo
·         Respeito a diversidade cultural, étnica, religiosa
·         Garantir a identidade dos povos do campo
·         Oferecer estrutura escolar para que os alunos do campo tenham acesso às tecnologias e suporte pedagógico para acessar ao conhecimento

CURRÍCULO

Ø  Currículo que garanta a base nacional comum e que ao mesmo tempo leve em conta a parte diversificada que atenda às necessidades do campo
Ø  Currículo precisa articular o conhecimento científico com o empírico, articulando as questões/problemas locais, buscando seu entendimento/solução

GESTÃO
• Criar um mecanismo de articulação direta entre educação, saúde e agricultura para fazer o acompanhamento e dar suporte para a permanência da mulher/homem no campo;
• Gestão participativa dos educadores, educandos, pais e mães e diversas organizações da comunidade na gestão escolar, administrativa e pedagógica, inclusive na elaboração do PPP;
• Garantir, através de eleição, os membros que farão parte do conselho escolar.

FORMAÇÃO DE EDUCADORES
• Elaboração de Projetos Coletivos com a participação dos sujeitos envolvidos
• Diagnóstico da comunidade para melhor entendimento e intervenção na realidade;
• Criar um programa de formação dos educadores das escolas do campo voltados a realidade do campo;
• Necessidade de garantir tempo de estudo e planejamento para os educadores do campo;
• Garantir a criação de cursos nas universidades que contemplem as demandas da formação de educadores do campo.


8.       Referências

SEVILLA, Guamán, Eduardo. Sobre a evolução do conceito campesinato. Eduardo Gusmán Sevilla, Manoel Gonzáles de Molina; 3ª Edição.São Paulo: Expressão Popular, 2005. 96 p.
www.uniara.com.br/mestrado_drma/arquivos/.../Lee_Yun_Feng.pdf
Projeto Educação do Campo: estratégias e alternativas no campo pedagógico. LEE YUN FENG. Orientadora: Profa. Dra. Vera L. S. Botta Ferrante. Dissertação ... em 01/02/12.

www.vianei.org.br/index.php?option=com_content...id...
Desenvolvimento de pesquisa sobre Educação do Campo: Cultura e Territorialidade, nessa pesquisa daremos continuidade a pesquisa sobre Políticas e ... em 01/02/12.

www.cefaprocaceres.com.br/index.php?option...campo...
27 maio 2009 – CONTEXTO HISTÓRICO-POLÍTICO DA EDUCAÇÃO DO CAMPO. Movimentos e articulações em defesa de um projeto educativo adequado às ... em 01/02/12.

www.epepe.com.br/.../contribuicao_da_gestao_escola_para_educaca...
Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Visualização rápida
Contribuições da Gestão Escolar para 
Educação no CampoProjeto Político. Pedagógico da Concepção a Execução. Girleide Tôrres Lemos¹. Rodrigo Pereira ... em 01/02/12.

br.monografias.com/.../educacao-campo.../educacao-campo-politicas...
A expressão Educação do Campo passou a ser utilizada a partir da I Conferencia Nacional por uma Educação Básica do Campo realizada em 1998 em ... em 01/02/12.


9.       Anexos

Figura 1 - Fonte: A luta para definição de diretrizes de educação do campo... portalctb.org.br
  
Figura 2 - Fonte: Com o intuito de dá visibilidade as experiências de educação do campo ... educacaonosemiarido.blogspot.com

Figura 3 -  Fonte: Agroecologia do Território da Borborema/Movimento de Educação do Campo... mecaufpb.blogspot.com

Figura 4 Fonte: Da agricultura familiar valorizando o trabalho e a educação do campo. fw.uri.br

Figura 5 - Fonte: ... políticas públicas sobre a educação no campo, nos registros nacionais, ... cianortenews.com


 Figura 5 - Fonte: Power Point Educação do Campo - Arquivo Particular: Prof. Dr. Rudney Marinho de Souza